Seminário: MODOS DE FAZER DANÇA CONTEMPORÂNEA NO BRASIL

Convidados: Marcelo Evelin - PI | Marcos Villas - SP

 

 

Gratuito mediante inscrição: momentos antes do início e no local

 

 

28.02 | domingo | 15h - 18h | Galeria Athos Bulcão (Via N2 Anexo do teatro Nacional)

 

O Seminário - Traçar um panorama, a partir da experiência profissional dos convidados, sobre novos modos de produção e intercâmbio dos artistas da dança contemporânea no Brasil e sua relação com o mercado como ponto de partida para uma discussão incluindo a participação do público. Como coletivos, redes, grupos e artistas independentes estão se organizando para se relacionar com o mercado de dança no Brasil?

 

Marcos Villas é pós-graduado em Curadoria em arte (Senac SP), Mestre em Comunicação e Semiótica (PUC SP), graduado em Linguística (USP) e Filosofia (FAI). Trabalha no SESC SP desde 1998, com concepção, curadoria, coordenação e produção de projetos em dança entre eles Modos de Existir (2012-15), Ocupação Dança (2012-15), Primeiro Passo (2009-11), Corpoinstalação (2006-09). Participou da curadoria da Bienal SESC de Dança (2007/09/11/13/15) e da Mostra SESC de Artes (2008). Tem participado como curador do Circuito Vozes do Corpo (2012-15), em parceria com a Cia. Sansacroma. Foi agraciado com o prêmio APCA 2014 na categoria Projetos de Dança.

 

Marcelo Evelin é coreógrafo, pesquisador e intérprete. Desde 1986, tem colaborado com profissionais de variadas linguagens em projetos em países da Europa, nos Estados Unidos, na África, Japão, América do Sul, envolvendo dança, teatro físico, música, vídeo, instalação e ocupação de espaços específicos. É criador independente com sua Companhia Demolition Inc., e ensina na Escola Superior de Mímica de Amsterdam - Holanda, onde orienta processos criativos. Retornou para o Brasil em 2006 e implantou em Teresina, o Núcleo do Dirceu, um coletivo de artistas independentes e plataforma de pesquisa e desenvolvimento para as artes performáticas contemporâneas. Seus dois últimos espetáculos, “Matadouro” (2010), e “de repente fica tudo preto de gente” (2012) estão sendo apresentados atualmente em importantes festivais e teatros no Brasil e exterior..